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terça-feira, 19 de agosto de 2008

LIÇÕES OLÍMPICAS


Ricardo Blas Jr, 22 anos, judoca da pequena ilha de guam, na oceania , ilhota tomada dos japoneses pelos americanos durante a segunda guerra mundial, com 181kg de peso e 2,13m de altura, participa da categoria peso pesado, acima de 90kg nas olimpíadas de Pequim 2008.

Não se assutem, só tamanho mesmo, perdeu as duas primeiras lutas e nem chegou a se classificar, é isso mesmo, com todo esse tamanhão, não conseguiu sequer se classificar.


É isso que acontece em grandes empresas e grandes marcas no mercado de hoje, pensam que, por serem grandes, tomarão conta do mercado pela vida toda, enganam-se, pois, hoje em dia não ganha o maior e sim o mais ágil, quem tem agilidade de se atualizar, reter os melhores profissionais, pensar grande e fazer das tendências uma realidade é quem vai prosperar sempre.


Não pense em ser grande para assustar seus concorrentes, pense em ser ágil e inovador, isso assusta e faz com que o respeito se destaque e o posicionamento seja pelo alto, com isso, sua empresa terá empresabilidade, estará atraindo os melhores para sua equipe, tudo é menos difícil para se chegar a uma conquista.


Pessoalmente, não haja como o Blas, tenha maior agilidade e não maior tamanho, não assunta mais, invista-se em conhecimento constante, seja rápido e tenha agilidade, isso sim assusta!


Sucesso sempre campeão!

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

A ÚLTIMA DAS GUERRAS


Em plena segunda guerra mundial, um grupo de fuzileiros foi capturado pelos japoneses e aprisionados num campo, onde, ao longo do tempo que ficaram por ali, descobriram que a guerra só estava começando, a verdadeira guerra era a sobrevivência.


Equipe unida, comprometida, com dois interesses em comum, onde se pairava a dúvida e surgia uma divisão entre os líderes, onde, a partir do momento que se sucumbiram a percas de talentos e erros diversos, ficou comprovado que o grande valor a ser observado entre eles era o valor humano, portanto a sobrevivência passou a ser o foco de todos.


O capitão Ernest, assumindo a ausencia do coronel Mclean, assassinado brutalmente pelos japoneses, descobriu nos ensinamentos uma forma de acupar a mente, e se preparar para um possível futuro fora da atual condição, com isso foi fazendo sua história e direcionando os liderados no dia-a-dia, a terem algo a se acupar que não os trabalhos forçados impostos pelos Japoneses na construção de uma via-ferrea de 420 km de extensão e as doenças surgidas na mata.


Alguns soldados davam a vida para proteger o restante da equipe, outros, como o soldado Yanke, que se tornou um eximio negociador e aproveitando de seu Net Work em seu mercado de atuação conseguia se dar bem entre os demais.


A união maior da equipe se deu no ato de um erro de estratégia cometido pelo major Ian, onde, após capturados, só não teve a cabeça degolada devido a humildade e ao impulso do soldado Dusty, que se entregou e trocou de lugar com seu líder para não enfraquecer a equipe.


Alguns foram mortos em ataques de seu próprio país ao campo de concentração, onde puderam realmente chegar a reflexão sobre tudo que haviam passado nesta guerra, trabalho forçado, união, traição, força de vontade, estratégias, torturas, percas, ensinamentos e apresentações teatrólogas, fome e sede, onde a pegunta continuou no ar e na mente daqueles que ali viveram:

Quem será nosso verdadeiro inimigo?

Qual será a próxima batalha a ser encarada?


"A verdadeira história da luta pela sobrevivência e a coragem de perdoar!"


A última das guerras

David L. Cunningham

sábado, 2 de agosto de 2008

QUANDO PERDER É O MELHOR NEGÓCIO!

"As brigas que ganhei, nenhum troféu, como lembrança, pra casa eu levei; as brigas que perdi, essas sim, eu nunca esqueci, eu nunca esqueci" .........................Patu Fu.
Com isso, podemos refletir e imaginar o quanto temos de vivenciar uma vitória em cima de erros cometidos, o que nos leva a aprender e tirar lições de todos os erros que cometemos.
Recentemente vimos a seleção brasileria masculina de volei que a muito não sabia o que era o gostinho de derrota, prestes a entrarem na maior competição esportiva da terra, e se imaginando ser imbatíveis, conheceram a derrota, alguém lembrou a eles que não eram assim tão bons o quanto imaginavam, ou pelo menos poderiam perder algum dia, perderam na hora certa, receberam um "não" numa grande negociação se levarmos isso pro lado mercadológico.
Essa derrota, esse jogo não ganho e esse "não" mercadológico recebido numa negociação fez com que repensassem sobre a equipe, sobre as estratégias e sobre como reagirem mediante algo não esperado, precisamos rever os conceitos.
Não sabemos se vão sair das olimpiadas em Beijim 2008 com a desejada e disputada medalha de ouro, mas sabemos muito bem que as negociações serão diferenciadas, agora com o pé no chão e sabendo que não são detentores do único produto no mercado, existem concorrentes e são bons, cheios de surpresas e podem aparecer a qualquer momento, pois estão se preparando cada vez mais.
Ergam-se e aprendam com os erros, não o tornem a fazer, repetir é besteira, aprender é o caminho, vamos vencer e vencer com um novo espírito, um novo time e um novo argumento!

Sucesso a todos!!