COMENTÁRIOS/ENVIO DE ARTIGOS E FOTOS/SUGESTÕES

Para sugestões, envio de artigos e fotos que queiram ser postados e comentários, usem nosso e-mail:

ivaschin@gmail.com

sábado, 27 de setembro de 2008

PESSOAL X PROFISSIONAL !


Quantas vezes não acontece de estarmos numa reunião de negócios, numa reunião gerencial, de planejamento e até mesmo em ações estratégicas, onde discutimos, ouvimos e firmamos planos para o desenvolvimento mutuo de nossa organização e ao mesmo tempo nos vêm flashes de alguns acontecimentos sofridos em nossa vida pessoal, cenas pelas quais vivenciamos em família? E por quantas vezes ouvimos em salas de graduação administrativas de que temos de separar a vida pessoal da vida profissional? Inúmeras vezes e de diversas "bocas" docentes.


O ser humano é um só, caímos em armadilhas e situações que muitas vezes são difíceis de resolver, onde, á partir dessa percepção, a melhor coisa a se fazer é sermos analisados por nossos gestores, nossos líderes diretos, onde uma pergunta é posta á prova: Até que ponto compensa dar uma ajuda pessoal para recuperar o profissional?


É realmente uma balela das mais fajutas, querer e afirmar que se tem de separar o pessoal do profissional, isso não acontece em quem tem sentimentos, mesmo nos mais inteligentes executivos. Não somos máquinas, não temos um botão "power" onde se aperta e ressetamos nossa vida profissional ao entrarmos portão adentro, ou vice versa ao chegarmos à porta de nossa empresa. Vivemos de momentos, vivemos de fases, portanto, quem gerência deve conhecer cada um de seus liderados e saber qual o melhor momento que se vive para aproveitá-lo como resultado benéfico á empresa e sabermos analisar os momentos ruins de sua vida pessoal para assim, chegar próximo e dar uma alavancada nos sentimentos pessoais, em prol de resultados futuros, em prol de empresabilidade, empregabilidade e gestão de pessoas.


Não se pode brincar com a capacidade humana, nossos sentimentos são na maioria das vezes inestudáveis, é preciso proporcionar momentos de descansos mais propícios á felicidade pessoal para que o líder, o colaborador e o responsável pela gestão da organização, desta forma, renove todo seu combustível para que o planejamento profissional tenha direcionamento e proporcione melhores resultados!


Essa é a vida, esse é o mercado, isso é o "ser humano", as regras devem ser seguidas!


Ivair Faria

A ORQUESTRA E AS EMPRESAS!


Li esta materia em um site executivo e percebi que ela nos mostra uma certa comparação lógica com relação ao movimento organizacional de uma empresa, movimento este, que, levando em consideração a constante busca pela excelência, necessita sim de um maestro para reger cada musico que ali se encontra:


"Em 1998, Peter Drucker, um dos maiores gurus da Administração, já dizia que no século 21 as empresas seriam como orquestras", lembra Alexander Baer, palestrante motivacional e professor convidado da FGV Management. Segundo ele, as etapas entre a afinação dos instrumentos e o gestual do maestro contêm boas práticas nas quais organizações de todo tipo podem se espelhar. "Uma orquestra não tem uma segunda chance", frisa. Para exemplificar isso dinamicamente, Baer trouxe para suas palestras sobre o tema os músicos e o maestro, que se encarregam de ilustrar o que é dito pelo palestrante com a execução de peças bem conhecidas do público.
Em meio aos apontamentos feitos por Baer nesses eventos, constam as ferramentas de gestão e os equipamentos utilizados pelas empresas. De acordo com ele, ajustá-los à realidade do negócio é um dos primeiros passos a se tomar. "As organizações precisam 'afinar' melhor seus profissionais, instrumentos, gestão e sua comunicação", sugere. Outra recomendação é a de que se sigam com esmero normas do mercado, regimentos internos e o planejamento estratégico - tal qual fazem os músicos com suas partituras.
Ainda no que diz respeito ao planejamento estratégico, Baer acrescenta: é fundamental que toda a equipe esteja ciente do rumo futuro que a empresa quer tomar e do papel de cada funcionário para consegui-lo. "O que seria de uma orquestra se não houvesse sintonia entre os músicos e eles não soubessem que obra tocar, quando, onde, para quem e como?", compara o palestrante.
O paralelo não pára por aí. Uma orquestra é feita de músicos com talentos individuais e coletivos divididos entre os diversos naipes de instrumentos. Assim como as empresas são feitas por colaboradores com talentos individuais e coletivos, distribuídos por departamentos que precisam estar em perfeita sintonia sistêmica e estratégica, afirma Baer.
Ele também chama a atenção, entre outros elementos, para o desempenho do maestro - em alusão ao equilíbrio e à liderança pelos quais os executivos devem primar. "O maestro usa a batuta geralmente na mão direita para expressar as normas e procedimentos, enquanto a mão esquerda clama pelo amor e pela paixão, que devem estar presentes no momento certo do desenrolar da obra musical", descreve. "Razão e emoção andam juntas, inclusive dentro das empresas - isso nenhum líder pode ignorar. O mais indicado é se valer da melhor combinação entre elas", finaliza.


Vale lembrar ainda que, apesar de saber manejar os instrumentos e também ser eximio conhecedor de todas as notas musicais, o maestro regente de uma orquestra filarmônica, não toca nenhum instrumento numa apresentação de sua equipe, apenas direciona-os ao grand finale...


Sucesso a todos......................................Ivair Faria

sábado, 13 de setembro de 2008

O NÁUFRAGO - por Ivair Faria


O que poderá acontecer quando desconectamos do mundo uma pessoa que vive em prol de conectar pessoas através de encomendas via FedEx, sistema de maior eficiência de entregas no mundo?

O que pode acontecer quando temos um profissional que se encontra no último estágio da evolução social de um meio sofisticado ser levado a voltar ao tempo e se tornar um selvagem em prol da sobrevivência?

O que se faz quando chegamos ao ápode de considerarmos nosso objetivo alcançado, esperando comemorações, festividade e vibração por isso, mas quando percebemos o ambiente, vimos que nada disso é verdade e que nossa meta e nossos esforços foram em vão?

São perguntas que podemos tirar e nos faz refletir ao longo deste filme, que nos mostra muita mensagem que vivenciamos em nosso dia-a-dia seja no trabalho, seja na vida pessoal.


Um ser que vira a teoria de Maslow as avessas e inicia seu ritmo de vida se desfazendo da necessidade de auto-realização e considerando, em primeiro lugar as necessidades básicas como primordial naquele momento de sua vida. Um ser que aprende a sobreviver, sabendo que sua maior dificuldade seria "viver" para poder sair daquela ilha.

A necessidade social da pirâmide, chega no momento em que Chuck (Tom Hanks), percebe que, depois que se aprende a sobreviver fisicamente é preciso aprender como se sobrevive emocionalmente, psicologicamente e socialmente, para isso cria seu novo companheiro de ilha, o Sr. Wilson, personagem criada com o encontro de uma bola de basquete, com rosto desenhado com seu próprio sangue, este personagem passa a dividir com Chuck seus momentos de desabafos, alegrias e histórias.


Chuck venceu ao alcançar seu objetivo único, sobreviver aquela solidão e voltar pra seu trabalho de sucesso e se casar com Kelly, sua namorada e seu maior motivo de vida. Se decepcionou ao chegar, após 04 anos de solidão ao seu mundo e a sua comunidade, pois soube que o tinham enterrado simbolicamente e sua amada haveria se casado com seu dentista, formou familia, o que era o objetivo principal do personagem, decepção total.


Nos mostra que, mesmo com toda decepção na reversão comportamental de sua vitória, devemos ter sim um plano "B" e recomeçar novamente, buscar aquilo que queremos e fazer acontecer em nossa vida profissional. Ele reconquistou sua amada e o último pacote de sua terefa teria sido entregue ao destinatário, pacote este, que poderia tê-lo salvo antes, não fosse a força e a ética de sua empresa, a missão foi realizada.


Náufrago

drama - 143 min

Tom Hanks

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

ENERGIA PARA AVANÇAR


Em cada contratempo existe tanto a oportunidade de se levantar quanto a energia necessária para se elevar a um nível ainda mais alto. quanto mais você puxar a corda de um arco, mais rápido irá a flecha. Quanto mais puxarem você para trás, maior será sua energia para ir para frente.


Quando surgem, as dificuldades podem parecer devastadoras. Mesmo assim, muitas vezes no desespero, você vai sentir a energia pura, pronta, esperando ser aplicada numa direção positiva. É verdade que essa mesma energia, quando deixada livre, pode muito bem afundá-lo ainda mais. Faça a escolha, porem, a de usá-la para avançar.


Com um tombo vem também a oportunidade. Só depende de você aproveitá-la e voltar ainda mais forte que antes. O sucesso não é uma questão de quantas vezes você cai ou é derrubado, mas sim da rapidez com que se levanta. Quando você consegue se recuperar rapidamente, nota que a energia dos problemas na verdade pode ajudá-lo a avançar. Levante-se rápido e terá a chance de ver uma oportunidade tentando escapar.

Nao deixe que isso aconteça.

RALPH MARSTON

Revista Venda Mais

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

VOTAR EM QUEM E PORQUÊ?


Como as eleições municipais estão se aproximando, "perdi" um tempinho de frente a TV para ver a qualidade de nossos cadidatos, mas pelo que parece, pude perceber quantidade e pouco notei de qualificação naquilo que vi, crendo que, realmente perdi mesmo meu tempinho precioso.


As pessoas confundem situação com condição, pois se acham em situação de se candidatar na esperança de ocupar um lugarzinho na câmara municipal. Só que pra ganhar sua graninha, nunca pra fazer algo de bom em benefício de uma comunidade, ou mais, em beneficio de uma nova profissão, se é que isso realmente seria uma profissão na atual conjuntura.


Qualquer elemento que tenha uma vaga lembrança na mente da população, tipo: tivemos trigêmeos, ganhei na loteria, apareci na TV em rede nacional, meu pai era muito conhecido, sou um funcionário bem visto na prefeitura, tenho um negócio rentável na cidade, sou um facilitador de processos públicos, e por ai vai, se acha no direito de se candidatar a uma vaga na câmara municipal e tem mais, acha que vai ganhar, faz contas do total de votos, visita velhos amigos que tavez nem lembre mais o nome, vai nos bairros mais carentes, esses ai sempre serão mais carentes pra se ter certeza de que tem algo pra fazer na próxima eleição, visita escolas e por ai vai a caminhada.


Não temos, pelo vi na minha cidade, pelo menos 10% dos candidatos com futuro político, pessoas que podemos olhar, ouvir e falar, esse vale a pena, infelizmente essa é a realidade, nossa ferida é muito grande, vai demorar cicatrizar. Certamente temos pessoas capacitadas a nos dar uma excelente organização minicipal, mas essa pessoas estão fora, não participam do processo, justamente ou talvez, por não terem a menor confiança em quem vai ser seu aliado neste trabalho.

Eleições deveriam ter procedimento de recrutamento, capacitação mínima, condições de promoção dentro do segmento, "ficha limpa" como se diz na comunidade, isso mesmo, histórico limpo, pois não se faz política de um dia para o outro e sim durante o percurso de nossas vidas e de nosso caminho.

Quem sabe algum dia teremos um mega RH para recrutar e habilitar os futuros profissionais a serem escohidos pela população, com capacitação e estudo, estudo mesmo, este ai que o brasileiro tanto prega desde criancinha: "Tem qui estudadá mininu".

Dá pra acontecer...um dia, quem sabe vamos acreditar que vai !!!