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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

COMUNICAÇÃO RÁPIDA E EFICIENTE, ATÉ QUE PONTO?


A comunicação perfeita é o que mais precisamos e veneramos em tempos de globalização, capacitação e organização empresarial, mas até que ponto ela pode ser benéfica devido á sua rapidez e eficiência? Até quando ela pode nos proporcionar uma atitude inteligente e voltada para nosso negócio, para nossa vida e para a vida de nossos comandados? Nossos filhos?

Acabamos de presenciar um ato de seqüestro ao vivo, em tempo real, uma magia de nossa comunicação, paramos nosso trabalho, paramos nossa vida e nossa empresa para presenciar um tiro, efetuado por um adolescente que tira a vida de uma adolescente, sua namorada de 16 anos que, talvez nem soubesse mesmo o significado do termo futuro, amor e comprometimento, mas estavam na TV e esta, que antes se esbarrava na função de entretenimento, comunicação rápida e noticias se extrema importância, era um veículo instrutivo e direcionado ao positivismo. Não que a noticia do seqüestro desta Jovem Eloá não seja importante, mas houve tamanho envolvimento da mídia que chegaram a interferir na ação policial para solucionar o caso, ação esta, falha, diga-se de passagem, talvez faltasse comunicação.

Nosso precioso veículo de comunicação de hoje, pouco se importa em nos comunicar aquilo que poderia capacitar nossa imaginação para planejarmos nosso futuro e as tendências de nosso mercado de trabalho, mas sim em se tornar o primeiro no ibope, ganhar mais uma fatia de espaço mediante seus concorrentes, foi o que aconteceu com este seqüestro que vivenciamos. Enquanto a função jornalística seria a divulgação somente de uma noticia a seu publico, que através da qualidade desta, buscaria seus ricos pontos no ibope, está se alimentando delas e dando ênfase de forma negativa, fato esse que, após o acontecido, tivemos mais uma morte de adolescente dois dias após o fato, e com certeza terão mais, pois eles querem entrar pra história, fazer acontecer porque a própria TV proporciona isso a nossos filhos, e desta forma fica mais difícil ainda educá-los, desenvolver a criatividade deles... nem pensar, não temos mais esse prazer.
A audiência mediante uma tragédia nunca deve ser maior que o senso de humanidade e respeito pelos envolvidos, talvez se isso nos servisse de lição, seria incontestável, mas não, apenas aumenta nossa preocupação!

E os abutres continuam com fome de fama, de espaço e de posicionamento, seja de qual forma for!

Ivair Faria

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

JÁ FOMOS CRIANÇAS...


"Ser feliz é olhar as coisas como elas são, sem perceber, da vida, uma falsa ilusão...é preciso você tentar, talvez alguma coisa muito nova possa lhe acontecer!"

Isso é ser criança, feliz, cada vez mais buscando isso, sem maldades, sem rancor, sem medo da vida e sem ao menos saber como será a vida.
O que sabemos é que, se depender da gente, a vida deles vai ser muito boa mesmo!
Beijos no coração e não sejam felizes nesta semana não meninada, sejam sempre felizes, sempre mesmo!

Que nossa "Pretinha" os proteja sempre e sempre, é dia dela também, vamos agradecer por todas as bênçãos!

Sucesso

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

UMA ORATÓRIA Á MINHA TURMA...


Foi um texto que escrevi pra servir como oratótia e apresentar em leitura á minha turma de pós graduados, o foco é a agilidade de nossa comunicação e com isso o avanço das mudanças repentinas de nosso ambiente de vida!


"Não se consegue viver em grupos sem comunicação de massa, consistente e com objetivo único de se conseguir algo. Os primatas sentiram essa necessidade para suas sobrevivências, então surgiram os símbolos, os gestos e simultaneamente as palavras, as escritas... como viveram sem e-mail? Como obtiveram sucesso sem telefone? Nem TV ou mesmo um radinho de pilha? Nada, mas viveram e fizeram histórias.
Hoje, com toda essa parafernália que temos em mãos, sabendo que, para obter extremo sucesso em nossa carreira, todo profissional deve ter clareza e objetividade nas suas comunicações, isso tudo para não haver falhas.
Comunico com democracia e não com imposição como eram os exemplos de nossos antepassados, mas e amanhã como vai ser? Existirá alguma outra condição para se comunicar sem atritos?
Comunico com tecnologia avançada, avançadíssima por sinal, tecnologia que não nos permite errar, ou se errar é só dar um “delete”, pois não poderá ser destruída por um simples “passar de borracha” como era feito em nossos estudos primários, cadernos manchados e borrachas sujas pelas pontas de nossas línguas, mas e amanhã? Nossos filhos terão tecnologia mais avançada que essa?
Comunico a vocês que tem crise nos Estados Unidos, que a bolsa está em queda, o dólar caiu mais um pouco e podemos saber a tendência deste investimento a cada minuto estudado, comunico que o furacão Norbert avança agora rumo ao México com ventos de 215 km por hora, isso é espetacular, podemos medir a velocidade de dentro do furacão, saber pra onde ele vai e desta forma nos prevenir de maiores danos. Como será isso amanhã? Parece que não tem como melhorar essa comunicação ai, veremos!
Posso citar noticias de todo mundo enquanto digito esse discurso e ao mesmo tempo navego por sites interessantes, ah se tivessem isso na segunda guerra mundial, se tivéssemos essas ferramentas há alguns anos atrás, com certeza a história teria outro final. Mas como não tínhamos comunico a vocês que estou encerrando meu sonhado MBA e com isso passo a ter mais um diferencial no mercado de trabalho, mas é só por enquanto, pois essa ágil comunicação e essa atormentada evolução tecnológica vão comunicando aos poucos que daqui alguns anos, poucos anos, isso não é mais diferencial de mercado, o que teremos no futuro?
Nós não tínhamos telefone em casa, mas as noticias nos chegavam em tempo, não tínhamos aparelhos celulares e nem por isso perdíamos o horário de chegar em casa, não haviam televisores em todas as casas, sobrevivemos e podemos saudar alguns bons programas de nossa infância, nós desenvolvíamos nossa criatividade, pois aprendíamos a nos virar com nossos brinquedos, éramos independentes, pois nem sempre tinha alguém pra nos ajudar, a violência era quase um mito, as vezes ouvíamos falar dela. Hoje nos preocupamos com nossos filhos, não saia de casa, não vá pra longe daqui, leve seu celular, não ande de bicicleta nas ruas movimentadas e não dê ouvidos aos estranhos, e como têm estranhos neste mundo.
Encerramos mais uma jornada, a comunicação de nossos mestres foi feita com exatidão, carisma e muito sucesso, será que o fizemos para ter mesmo um diferencial? Será que isso vai mudar mais uma ou duas vezes até o final de nossas vidas? Como nossos sucessores farão seus discursos? Falarão eles de tecnologia? De comunicação avançada? Como? Se hoje temos noticias em tempo real? Melhor não parar pra pensar, melhor mesmo é concluir o que viemos fazer aqui, comunicar que mais uma vez, vencemos, mais uma vez estamos á frente e mais uma vez saímos desta com o pensamento voltado pra o próximo investimento pessoal e profissional, qual será?"


Ivair Faria
MBA - Liderança e gestão de pessoas
Pitágoras - Campus Fadom
Divinópolis, 09 de outubro de 2008...20:58

sábado, 4 de outubro de 2008

POR ONDE VOCÊ ESTÁ OLHANDO?


Por Ivair Faria

Em viajem de retorno a minha cidade ontem a noite tive a oportunidade de registrar por foto, a imagem do retrovisor do meu carro, devido ao fato d'ele me despertar certa curiosidade com relação ao nosso modo de pensar, viver e talvez de buscar o encalce de novos rumos em nossa vida mediante aquilo que queremos ou que conquistamos.


Me surgiu esta pergunta:Por onde estou olhando? Será que firmo minha visão de vida diretamente pelo retrovisor? Será que estou apenas me buscando em realizações perante aqueles que estão "atrás" de mim, profissionalmente ou até mesmo pessoalmente? Imagino que, se ficassemos nos posicionando apenas através das pessoas que estão "atrás" de nós, isso pode ser exatamente um modo de pensar e fazer com que a gente se sinta sossegado, tranquilo e estagnado ás novas conquistas. É arriscado ficar só olhando pelo retrovisor, perdemos a visão daquilo que está á nossa frente, o carro vai bater, vai acontecer um acidente grave e dai já era...morremos!


Não é por nada que o parabrisas do carro é bem maior que o retrovisor. Isso nos mostra a necessidade de olhar pra frente e estar sempre buscando o ponto máximo da chegada, se é que ele existe, no meu modo de pensar ele não tem um "final" definido, mas creio que, de acordo com potencial explorado de cada um de nós, ele pode ser sim, limitado.

Nosso veículo seguirá conforme nós o conduzimos e de acordo com o combustível que ele leva, prepare-se, pois novos veículos estão chegando, a facilidade de aquisição é de acordo com as oportunidades que surgem para cada um de nós, elas estão ai, vão garantir seu lugar as pessoas mais aptas a capita-las, abastecer seu veículo e só olhar pra frente em busca de um caminho melhor, uma rua limpa, sem obstáculos e de fácil acesso.


Ao olhar pelo seu retrovisor e perceber retardatários pela estrada, imagine que são apenas pessoas que não tiveram ambição, que não perceberam as oportunidades que a vida oferece a cada instante e que, finalmente, poderão olhar pra frente algum dia e ver o quanto tempo perderam nesta caminhada longínqua de nossa vida pessoal e profissional, espero não ser eu, e, se for, espero não ser tarde demais pra isso!!!

Sucesso a todos...