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quinta-feira, 21 de maio de 2009

NOSSA VIDA SEM GRACE


Após a morte da esposa numa missão militar no Iraque, Stanley Philipps (John Cusack), não encontrou forças para relatar o fato a suas duas filhas, sua saída foi se envolver numa viagem para achar o momento certo. Viajaram até um parque temático, tido como sonho antigo das garotas e com isso cada momento de alegria serviu como combustível para revitalização de suas energias emocionais e encorajamento pessoal para terem a tão difícil conversa.
A história do filme é muito bonita, apesar de pouco valorizada, nos faz crescer na condição de filho, de pai e de chefe de família. Mostra-nos o quanto é difícil a decisão, quando ela não proporciona alegria, o quão é difícil, a superação quando se trata da imagem materna, essa, é única e sem concorrentes.
Não sou muito fã e nem tenho muitas lembranças de atuações desse ator, achei que não valorizou tanto o personagem e poderia ter colocado mais, muito mais emoção na trama, pois é uma história interessante e que nos faz pensar muito na vida, na vontade que temos de agir e não fazemos, nas condições que a vida nos oferece para vivê-la e não o fazemos, para curti-la com os filhos e não nos sobra tempo... ô tempo, esse ai nos mata aos poucos! Realmente somos escravos dele e como tal, vivemos para servi-lo e não pra nosso benefício próprio.
Um filme que relata exatamente como é o papel de cada elemento na formação da vida, mesmo tentando fazer tudo que pode, mesmo conhecendo todas as atitudes que os filhos têm não se consegue substituir um ao outro, são amores diferentes, são ensinamentos diversificados, cada um tem seu lugar na vida, no coração, na educação.
Vale a pena ver o filme, vale a pena pensar e meditar durante o filme vale a pena perceber o quanto a imagem da mãe nos faz falta no dia a dia, o quanto é diferente quando se olha pra ela, quando se tem ela, quando se aproveita dela, e quando se tem a proteção dela...é única e não tem concorrentes!


Por Ivair Faria

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Sob a luz da fama ... O poder da paixão


Este filme nos mostra a preparação de duas garotas para o mundo da dança, uma com amor e chama, outra com dinheiro e fama. Uma delas, a do dinheiro, teve no pai seu verdadeiro impulso de vida, a outra, a da chama, teve da vida, a verdadeira escola e da necessidade o verdadeiro impulso para sua motivação e conquista.


“Quando alguém lhe disser que não é aquilo que realmente procura, supere, mostre a você mesmo seu verdadeiro potencial e vá rumo ao topo!”


Na nossa saga de vida, é sempre assim, nunca diferente, alguém tem que nos motivar e nos dizer o que devemos fazer, ou até que ponto temos potencial pra chegar. Alguém tem que nos descobrir ou nos fazer mostrar ao mercado e nos posicionar onde merecemos ou onde queremos e devemos estar. Com isso, este filme nos deixa claro que, quando se tem vontade de chegar, as ferramentas temos de usar, o talento devemos explorar, suor e sangue, derrotas, obstáculos, amores, crenças e raça, motivação, impulso pra recomeçar, pra superar e pra se comparar... Comparar aos melhores, aproximar-se dos mais...


Mais brilhante...
Mais valoroso...
Mais acima...
Mais aguerrido...
Mais destacável...


Kate Parker descobriu que talento natural importa, mas não é tudo sem treinamentos, sem dedicação e sem equipe; que talento só, não aparece com tanto valor como deveria, é preciso apoio, é preciso conjunto.
Das ruas para o palco, o desafio continua. Parker e Tommy, a vontade, o amor, o conjunto. Desta forma eles provam que acima do poder, a chama se sobressai, acima de tudo, dinheiro tem limite e pode reconhecer a derrota.


A paixão faz com que o caminho para sua meta, sofra atalhos e com isso você pode sair á frente de todos os concorrentes, se destacar e ser reconhecido, se posicionar dentre os melhores, se valorizar... Primeiro você, com paixão e competência, muito treinamento, depois vem os concorrentes!


Ivair Faria

segunda-feira, 4 de maio de 2009

O CURIOSO CASO DE BENJAMIM BUTTON


Os caminhos que o amor percorre, são mesmo indescritíveis, curiosos e sem um final previsível, será como tudo vai se acabar, sabendo que o sentimento mais próximo do amor é o ódio? Fica tudo muito confuso, apesar da beleza da história e da preciosidade da atuação dos personagens do filme, pode acontecer...

O tempo não tem controle, ao menos o grande relógio mostrado no inicio do fime nos mostrou como isso não funciona, o que passou passou, o que vem a seguir, só a Ele cabe responder, mesmo uma vida mostrada aos avessos, vimos uma misturada de paixão, aventuras, cenas curiosas, cenas lindas, chocantes, de dó, de aventuras e de humor, mas tudo se completa.


Por mais feio que a situação apareça, por maior que seja a dificuldade de nossa meta, tudo pode mudar, um "patinho feio" pode se tornar um lindo cisne, e este, nos trazer alegrias enquanto soubermos tirar proveito, basta olharmos as insatisfações com novos olhos, fazermos disso uma oportunidade e nunca, desistirmos de nossa capacidade.


É muito triste o começo do filme, é mais triste ainda o final, talvez pela inversão da cronologia de vida, as situações adversas do viver, nos permitem uma imaginação sem fim, sem um porque daquilo tudo acontecer, como seria se fosse comigo...e por ai vai! Abandonamos quem amamos pra que essa pessoa siga uma vida feliz, ao lado de outra pessoa e esta pessoa passa a ser o responsável, o herói e o tutor daquela que seria a unica prova de que, um dia, existiu uma história de amor, forte e sem rachaduras, é visto e sentido como pai.


Não comentando muito além disso, melhor mesmo é ver o filme, degustar esta história interessantíssima vivida por Brad Pitt e Cate Blanchett, e diga-se de passagem, muito bem apresentado.


Vamos ver o filme, se é pra chorar, chorem, se é pra refletir, reflitam, se é uma lição verdadeira de como levar nossa vida, que aprendamos com isso, mas é bom se preparar, isso não tem regras...


Tem pessoas que nascem para o sucesso!

Tem pessoas que nascem pra er artistas!

Tem pessoas que nascem para ensinar!

Tem pessoas que nascem simplesmente, pra fazer um bolo!


...boa noite, Benjamim...