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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

O ESCAFANDRO E A BORBOLETA


Escafandro nada mais é que uma armadura de borracha e ferro usada exclusivamente por mergulhadores, prende a pessoa até mesmo do contato com a água tamanha a eficiência da roupagem.


O filme, baseado em fatos reais, conta a vida de Jean-Dominique Bauby, que com 43 anos, é um editor famoso da revista Elle e um homem apaixonado pela vida e rodeado de belas mulheres, o que faz com que deixe sua familia, constituida por uma esposa e tres filhos e passe a viver um novo amor. Mas, subitamente, tem um derrame cerebral. Vinte dias depois, ele acorda. Ainda está lúcido, mas sofre de uma rara paralisia: o único movimento que lhe resta no corpo é o do olho esquerdo, com o qual aprende a se comunicar, instruido e treinado por sua médica, escreve seu livro que leva o mesmo título do filme.

Bauby se recusa a aceitar seu destino. Cria um mundo próprio, contando com aquilo que não se paralisou: sua imaginação e sua memória.

Na cama do hospital, sozinho, reflete sobre sua vida, o que fez, o que deixou de fazer, seus filhos, sua paixão, suas paixões, seus amores e sua vida profissional. Seu pai, que se afastou...enfim, reflete e passa-lhe á cabeça fatos e cenas tão boas, quanto ruins, tão tristes quanto felizes.


Nos mostra que, nessa vida podemos tudo e ao mesmo tempo nada podemos, criamos, vivemos aproveitamos, vida, que de repente pode nos privar de tudo, pode nos prender, pode nos ensinar a lhe dar valor, a lhe dar mais vida, mais cor e mais coragem.

Nos mostra o quanto devemos e temos de aproveitar nossos momento felizes e não esperarmos por uma felicidade inteira, isso pode não chegar, nos mostra que a vida pode mudar, dar voltas, mostrar novos caminhos, mesmo que errados devem ser escolhidos por nós, se certos, devem ser vividos, se errados devem ser compreendidos.


Compreensão de todos que vivem ao nosso redor, mesmo que erremos, é muito ruim a condição de ter o que fazer e não poder fazer, ter novas idéias e pensamentos e não poder agir, ser prisioneiros da vida, ser prisioneiros de si mesmo, da consciência, das atitudes, do falso poder de reação, da mente que se recusa a viver, das pernas que não se movem, quando queremos ir!


Vale a pena sofrer com a história deste fime.......bacana mesmo!


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